Um estudante da faculdade de Engenharia de Computação de San Diego, nos Estados Unidos, desenvolveu um programa capaz de captar e analisar expressões do rosto de uma pessoa em tempo real.
Mediante uma espécie de treinamento, o software desenvolvido é capaz de identificar quase todas as expressões faciais humanas, tais como: felicidade, raiva, espanto, dúvida, etc.
O software, no momento, ainda não tem uma utilidade muito bem definida, mas segundo Jacob Whitehill, seu desenvolvedor, uma das aplicações possíveis seria na área educacional. O software poderia, por exemplo, monitorar um aluno que está fazendo um treinamento no computador e identificar se ele está com alguma dúvida pela expressão facial. Neste caso, o software para o treinamento e diz: “Aí mano, tu não está entendo nada! hein? “
Para treinar o software e melhorar o reconhecimento da expressão de dúvida os pesquisadores analisaram a expressão facial de um grupo de alunos em aulas de alemão. Porque será que escolheram alemão?
Por enquanto, o software ainda está em fase de testes, mas os pesquisadores esperam desenvolver alguma utilização prática em um futuro próximo.
Infelizmente o software precisa de um poder de processamento muito alto, senão poderia ser incorporado a TV. Assim, não precisaríamos mais de controle remoto, era só fazer uma cara de tédio que a TV mudava de canal.
WaterBoard é uma instalação artística interativa concebida por Mark Burton. O sujeito usou “um toque” de tecnologia para criar interatividade com os visitantes. A idéia é possibilitar que as pessoas manipulem água virtualmente.
No começo do vídeo parece uma tradicional Whiteboard, ou como chamamos aqui no Brasil, lousa eletrônica. No entanto, é possível interagir com as mãos e corpo e sem os tradicionais pinceis. Não há muita informação no site, mas parece ser uma projeção tradicional com câmeras que capturam e processam o movimento de qualquer objeto que esteja na frente da projeção.
Muito legal, principalmente o software, que deve ter dado um “trabalhão” para os desenvolvedores.
Quem trabalha com programação, web designer ou qualquer outra atividade na qual é necessário passar horas sentado na frente do computador, sabe que o mínimo de conforto é indispensável.
Nos EUA, o pessoal da ergonomia levou a sério a idéia de conforto e ainda acrescentou luxo e sofisticação. Algumas empresas criaram Workstations muito interessantes e criativas, cuja utilidade prática é questionável, mas que despertam a atenção pelo design criativo.
Só tem um problema! Com tanto conforto vai ser difícil não dormir no trabalho.
Com certa freqüência surgem notícias divulgando pesquisas que tentam verificar se o telefone celular causa algum tipo de malefício a saúde. Algumas dizem que sim, outras dizem que não, ou ainda, afirmam que não foi possível verificar nenhum dado conclusivo até o momento.
Se os celulares causam algum problema a saúde, eu não sei! Mas eu diria para você não atender 4 celulares ao mesmo tempo. Sua cabeça pode sofrer alguns danos irreparáveis.
Duvida? Veja como esses caras fizeram pipoca colocando o milho do meio de 4 celulares e ligando simultaneamente para eles.
O título deste post é meio esquisito, mas é a tradução “ao pé da letra” do site Where we do what we do. Este site é uma comunidade na qual os participantes enviam fotos de onde “fazem as coisas”. No bom sentido, é claro!
Pode ser o lugar de trabalho na empresa, seu escritório em casa, a mesa no quarto. Ou seja, onde você passa a maior parte do seu tempo trabalhando, estudando, acessando a Internet, etc.
Mas para que serve mesmo esse site? Bem, além matar a curiosidade sobre a vida alheia, você pode ver qual a tendência em Decoração Geek.
Para mim, visitar este site foi muito reconfortante, serviu praticamente como um “site de auto-ajuda”. Nele, pude verificar que não sou o único a ter o Desktop lotado de ícones e uma mesa empilhada de bugigangas.